segunda-feira, 17 de junho de 2013

O galo e a raposa










O Galo e a Raposa

Empoleirado num sobreiro Antigo
Fazia um velho galo sentinela
Uma raposa diz-lhe: irmão e amigo
Venho trazer-te uma noticia bela

Nas nossas dissensões laçou-se um traço
E acaba de assinar-se a paz geral:
Desce que quero dar-te estreito abraço
E juntamente o beijo fraternal

Amiga- diz-lhe o galo—folgo imenso
Não podia esperar maior delícia!...
Vejo dois galos a correr, e penso
Que são correios de feliz noticia.

Foge a raposa sem dar mais cavaco:
E o galo sentiu intimo consolo.
Pois é grande prazer ver; a um velhaco
Entrar espertalhão e sair tolo
 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

"Se há dinheiro paguem os subsídios", defende António José Seguro

 
O secretário-geral do PS, António José Seguro, desafiou, esta quinta-feira, o Governo a não arranjar desculpas para adiar o pagamento dos subsídios de férias e de Natal, afirmando que "se há dinheiro paguem os subsídios".

Seguro desafia Governo a não arranjar "desculpas" e pagar os subsídios (C/ Áudio e C/ Fotos)
Santarém, 13 jun (Lusa) --"É muito simples, se há dinheiro cumpra-se a lei e paguem os subsídios, que são sempre dados aos trabalhadores quando eles vão de férias", afirmou hoje o líder da oposição, António José Seguro, que falava em Santarém onde esta manhã visitou a Feira Nacional da Agricultura que decorre no Centro Nacional de Exposições (CNEMA) até domingo.
Reagindo às declarações do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que na quarta-feira afirmou que os subsídios [dos funcionário públicos] só podem ser processados depois de publicado o Orçamento Retificativo, Seguro desafiou o Governp a não "arranjar desculpas" e a pagar o subsídio de férias aos trabalhadores que " estão a passar dificuldades" e aos quais "esse dinheiro faz falta".
Seguro sustentou que não se trata de dinheiro "para os trabalhadores fazerem férias de luxo fora de Portugal" mas sim "para fazer face às necessidades do dia-a-dia" e, logo, dinheiro que entra no comércio e na economia nacionais.